Em meio à retomada do comércio, as ruas de São Paulo não são mais as mesmas. Enquanto algumas lojas abrem com movimento menor que o usual, outras fecham as portas para sempre. A quarentena de quase três meses imposta pela pandemia do coronavírus fez com que parte dos comerciantes, que já tinham dificuldades antes da paralisação, não tivessem mais meios de continuar.

Enquanto isso, outras empresas continuam funcionando, o que também não significa que as coisas vão bem. O gerente de um bar da região, Raimundo Jerônimo, relata que o faturamento está muito abaixo dos ganhos anteriores ao início da quarentena imposta pela Covid-19. Por outro lado, a crise fez surgir novas oportunidades. A empresária camila neves aproveitou a falência das empresas e comprou um bar por um preço abaixo do mercado pré-pandemia.

De forma geral, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) já traça projeções sobre os estragos causados pela quarentena. De acordo com o presidente da organização, Carlos Melles, o cenário é preocupante.

Apesar disso, o ministério da Economia divulgou um levantamento, na semana passada, que surpreendeu. A pasta registrou uma queda no número de fechamento de empresas de 41% em comparação com o mesmo período do ano passado. A criação de novas teve uma redução de quase 30% no período.

*Com informações do repórter Renan Porto

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